Kilic revela que os jovens que utilizaram o simulador de cirurgia eram adeptos de jogos na primeira pessoa, como a famosa série Call of Duty, e de títulos de estratégia e desporto, e apresentaram os melhores resultados nos testes. Os videojogos ajudam os adolescentes a desenvolver uma maior coordenação e tempo de reação face aos problemas, características úteis para a prática cirúrgica.
“Não estou a encorajar (os jovens) a passar inúmeras horas frente a um computador, porque o nosso trabalho não é criar o melhor cirurgião ou até o melhor soldado de sempre… nesta faixa etária. Eles têm de possuir as habilidades básicas de um ser humano durante os seus anos de desenvolvimento”, refere Kilik.
O investigador deixa ainda o aviso de que um maior foco nos videojogos poderá afetar o desenvolvimento de outras aptidões, especialmente no que toca à interação social. Sami demonstra-se, no entanto, surpreendido pela capacidade dos videojogos em produzir conteúdos que ajudam, no caso deste estudo, a salvar vidas (apesar de exibirem cenários repletos de situações dramáticas).
Conseguirão os videojogos modificar a utilização de tecnologias mais avançadas no nosso quotidiano (como, por exemplo, no campo da robótica) graças ao desenvolvimento de habilidades motoras nos jogadores?"
Fonte: http://ene3.pt/
Eae, viram isso? vai que um dia alguém precise que tu stune alguém, ou então que tu silencie aquele teu colega chato, chame um jogador de LOL e se for pra zua, chama um BR!!!! HUE
(postagem aniga, a matéria, mas achei importante compartilhar aushuahs)



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